No vilarejo de Taperoá, sertão da Paraíba, João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello), dois nordestinos sem eira nem beira, andam pelas ruas anunciando A Paixão de Cristo, "o filme mais arretado do mundo". A sessão é um sucesso, eles conseguem alguns trocados, mas a luta pela sobrevivência continua. João Grilo e Chicó preparam inúmeros planos para conseguir um pouco de dinheiro. Novos desafios vão surgindo, provocando mais confusões armadas pela esperteza de João Grilo, sempre em parceria com Chicó, mas a chegada da bela Rosinha (Virgínia Cavendish), filha de Antonio Moraes (Paulo Goulart), desperta a paixão de Chicó, e ciúmes do cabo Setenta (Aramis Trindade). Os planos da dupla, que envolvem o casamento entre Chicó e Rosinha e a posse de uma porca de barro recheada de dinheiro, são interrompidos pela chegada do cangaceiro Severino (marco Nanini) e a morte de João Grilo. Todos os mortos reencontram-se no Juízo Final, onde serão julgados no Tribunal das Almas por um Jesus negro (Maurício Gonçalves) e pelo diabo (Luís Melo). O destino de cada um deles será decidido pela aparição de Nossa Senhora, a Compadecida (Fernanda Montenegro) e traz um final surpreendente, principalmente para João Grilo.
jueves, 29 de octubre de 2009
O Auto da Compadecida
No vilarejo de Taperoá, sertão da Paraíba, João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello), dois nordestinos sem eira nem beira, andam pelas ruas anunciando A Paixão de Cristo, "o filme mais arretado do mundo". A sessão é um sucesso, eles conseguem alguns trocados, mas a luta pela sobrevivência continua. João Grilo e Chicó preparam inúmeros planos para conseguir um pouco de dinheiro. Novos desafios vão surgindo, provocando mais confusões armadas pela esperteza de João Grilo, sempre em parceria com Chicó, mas a chegada da bela Rosinha (Virgínia Cavendish), filha de Antonio Moraes (Paulo Goulart), desperta a paixão de Chicó, e ciúmes do cabo Setenta (Aramis Trindade). Os planos da dupla, que envolvem o casamento entre Chicó e Rosinha e a posse de uma porca de barro recheada de dinheiro, são interrompidos pela chegada do cangaceiro Severino (marco Nanini) e a morte de João Grilo. Todos os mortos reencontram-se no Juízo Final, onde serão julgados no Tribunal das Almas por um Jesus negro (Maurício Gonçalves) e pelo diabo (Luís Melo). O destino de cada um deles será decidido pela aparição de Nossa Senhora, a Compadecida (Fernanda Montenegro) e traz um final surpreendente, principalmente para João Grilo.
viernes, 23 de octubre de 2009
Orfeu Negro
Orfeo negro (1959) es una película del director de cine francés Marcel Camus. De coproducción brasileña, francesa e italiana, fue rodada en Río de Janeiro y contribuyó a convertir en mundialmente famosa la música popular brasileña.
Antonio Carlos Jobim y Luis Bonfá son los autores respectivos de los dos temas principales de la banda sonora, "A felicidade" y "Manhã de Carnaval", que llegarían a ser clásicos de bossa nova y jazz.
Basada en la obra teatral Orfeu da Conceição del poeta y también músico Vinícius de Moraes, constituye una adaptación del mito griego de Orfeo al ambiente del carnaval brasileño.
La bella Eurídice llega a Río de Janeiro en vísperas de su famoso carnaval, donde será acogida por una prima que vive en un arrabal de favelas de la ciudad. Se acerca allí, entre el frenesí de la samba por las calles, en un tranvía cuyo conductor, un músico llamado Orfeo, héroe popular del lugar por el poder de seducción de sus canciones, se fija en sus encantos. Sin embargo, la relación de este con ella se verá afectada por las sospechas de su celosa novia. La pasión los sumergirá en el trance vertiginoso del carnaval, que a su vez los arrastrará a un desenlace fatídico. Como en el mito griego, Orfeo, aun siendo capaz de hacer levantarse el sol con su música y su canto, y de embelesar a todos los que lo oyen, no consigue realizar su amor.
Ganó la Palma de Oro del Festival Internacional de Cine de Cannes en 1959, y en 1960 los premios Oscar y Globo de Oro a la mejor película en lengua extranjera.En 1999, Carlos Diegues hizo un remake de esta película titulado Orfeu, cuya banda sonora fue producida por Caetano Veloso.
En 2005, coincidiendo con el año de Brasil en Francia, René Letzgus y Bernard Tournois exhibieron en el festival de Cannes su documental À la recherche d’Orfeu negro (En busca de Orfeo negro), que explora la repercusión social que ha tenido Orfeo negro en Brasil hasta la actualidad, sobre todo en lo que respecta a la internacionalización del carnaval, la samba, la bossa nova y la obra de Vinicius de Moraes.
En él, ofrecen su testimonio importantes personalidades de la música y la cultura brasileñas, como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Carlos Diegues… y el propio Breno Mello, el actor que caracterizó a Orfeo, al que este documental rescató del olvido en que vivía pobremente en una humilde casa de Porto Alegre, y le permitió asistir por fin al Festival de Cannes, donde recibió un homenaje 46 años después de la gloriosa presentación de la película de Camus.
El destino, desconocemos si el de los mitos griegos, determinó que los actores protagonistas de Orfeo negro, Breno Mello y Marpessa Dawn, fallecieran el mismo verano de 2008, si bien él el 11 de julio en Porto Alegre y ella el 25 de agosto en París, casi 50 años después de haber encarnado la relación entre Orfeo y Eurídice en el cine, tal vez por esto de que a veces a la vida se le antoja emular al arte.
jueves, 22 de octubre de 2009
O mundo do choro é o tema do filme Brasileirinho, do finlandês Mika Kaurismäki. É a alma do choro capturada na tela do cinema. O filme traz a música como sua estrela maior, o que garante que agradará tanto os fãs de choro, quanto qualquer um que goste de boa música.
O interessante da abordagem do filme é que mostra as mais diferentes facetas do choro. Vê-se a diversidade de estilos, de líricas valsas à sacolejante gafieira. Uma música do instrumentista dedicado e virtuoso, mas que mantém a informalidade das reuniões de amigos das rodas. Está lá o prazer de os músícos tocarem juntos, todos em comunhão. Encontros onde o virtuosismo não ofusca o aspecto coletivo, em que o solista tem que saber tocar com o resto do grupo. Mostra-se a reverência pela tradição e por mestres como Pixinguinha, Paulo Moura e Joel Nascimento, e também a renovação com a nova geração que desponta. Vemos uma música nacional, interpretada por artistas cariocas, baianos, gaúchos e brasilienses. O choro dançante que está sendo recuperado pelas novas gerações, com a garotada saindo de noite para dançar música instrumental. O choro aparece como a grande escola dos instrumentistas brasileiras, influenciando todos nossos principais músicos, de Villa-Lobos a Tom Jobim.
O interessante da abordagem do filme é que mostra as mais diferentes facetas do choro. Vê-se a diversidade de estilos, de líricas valsas à sacolejante gafieira. Uma música do instrumentista dedicado e virtuoso, mas que mantém a informalidade das reuniões de amigos das rodas. Está lá o prazer de os músícos tocarem juntos, todos em comunhão. Encontros onde o virtuosismo não ofusca o aspecto coletivo, em que o solista tem que saber tocar com o resto do grupo. Mostra-se a reverência pela tradição e por mestres como Pixinguinha, Paulo Moura e Joel Nascimento, e também a renovação com a nova geração que desponta. Vemos uma música nacional, interpretada por artistas cariocas, baianos, gaúchos e brasilienses. O choro dançante que está sendo recuperado pelas novas gerações, com a garotada saindo de noite para dançar música instrumental. O choro aparece como a grande escola dos instrumentistas brasileiras, influenciando todos nossos principais músicos, de Villa-Lobos a Tom Jobim.
O filme não chega a ter muita história. É um bem costurado passeio pelo mundo do choro e por lugares bacanas do Rio de Janeiro. O Trio Madeira Brasil é o anfitrião. Eles estão organizando um grande encontro de chorões para comemorar o Dia do Choro no Teatro Municipal de Niterói. Depoimentos pontuam o filme recheado de maravilhosas cenas musicais. É divertido ver o Joel Nascimento no Instituto Médico Legal relembrando o tempo que trabalhou lá, Marcello Gonçalves e Yamandú Costa se encontrando na manicure, a conversa dos pandeiristas Jorginho do Pandeiro, Marcos Suzano e Celsinho Silva, a garotada nas aulas da Escola Portátil de Música, Jorginho relembrando a primeira vez que tocou profissionalmente e a sincera admiração do jovem trombonista Everson Moraes por Zé da Velha. Em alguns momentos, especialmente quando entra a narração, chega a ser didático.
Belas cenas musicais desfilam pelo filme. O Trio Madeira Brasil, formado por Ronaldo do Bandolim, o violonista Zé Paulo Becker e o sete cordas Marcelo Gonçalves, abre tocando Santa Morena (Jacob do Bandolim). Yamandú Costa toca João Pernambuco e Ernesto Nazareth. Zezé Gonzaga interpreta Falando de Amor (Tom Jobim). Teresa Cristina e Pedro Miranda na Comuna do Semente cantam Calo de Estimação (Zé da Zilda e Zé Tadeu). Guinga toca e canta sua Senhorinha. Zé da Velha e Silvério Pontes fazem ventar com O Bom Filho à Casa Torna (Bonfiglio de Oliveira). Carlinhos Leite toca Dilermando Reis com Yamandú, que depois toca Carinhoso (Pixinguinha e João de Barro) acompanhado do coro da platéia. Paulo Moura com uma super banda bota a Estudantina para dançar. Os baianos Edson 7 Cordas, Fred Dantas (trombone) e Joatan Nascimento (trompete) quebram tudo no Centro do Rio. Ainda passam pelo filme Joel Nascimento, Mauricio Carrilho, Hamilton de Holanda, Henrique Cazes, os Garotos de Cordeiro, Ademilde Fonseca, Luciana Rabello, Alexandre Maionese, Rogerinho 7 Cordas, Camunguelo e muitos outros. Tudo com um som de primeiríssima qualidade e gravado ao vivo. A direção musical ficou por conta de Marcello Gonçalves, do Trio Madeira.
lunes, 19 de octubre de 2009
Carlota Joaquina - Princesa do Brasil
A morte do rei de Portugal D. José I em 1777e a declaração de insanidade de D. Maria I em 1972, levam seu filho D. João e sua mulher, a espanhola Carlota Joaquina, ao trono português.
Em 1807, para escapara das tropas napoleônicas, o casal se transfere às pressas para o Rio de Janeiro, onde a família real vive seu exílio de 13 anos. Na colônia aumentam os desentendimentos entre Carlota e D. João VI.
CONTEXTO HISTÓRICO
A transferência da família real portuguesa para o Brasil em 1808, insere-se no contexto de desagregação do Antigo Regime europeu. Para o Brasil a chegada de D. João VI agravou a crise do Antigo Sistema Colonial, que vinha se estendendo desde as revoltas de emancipação como a Inconfidência Mineira em 1789. Ao determinar a abertura dos portos brasileiros para outras nações em 1808, D. João VI tomava a primeira medida formal em direção a independência política do Brasil, eliminando-se o monopólio metropolitano, base do pacto colonial e portanto, da própria colonização.
Na França Napoleão Bonaparte assumia o poder em 1799, consolidando com sua liderança política e militar, os interesses da burguesia, que dez anos antes havia iniciado a Revolução Francesa de caráter anti-absolutista. Coroado imperador em 1804, Napoleão inicia uma política expansionista sobre o Velho Mundo, encontrando como principal obstáculo ao avanço do capitalismo na França o poder militar e econômico da Inglaterra, que além de ser considerada a Senhora dos Mares, era efetivamente o único país industrializado do mundo desde meados do século XVIII. Como uma invasão sobre a Inglaterra somente poderia ocorrer por via marítima, Napoleão decidiu utilizar armas econômicas, decretando o Bloqueio Continental em 1806, após uma desastrosa derrota na batalha naval de Trafalgar. O bloqueio visava impedir o comércio britânico com as demais nações do continente. Portugal e Espanha com vital posição estratégica, situando-se na entrada para o mar Mediterrâneo, precisavam assumir o bloqueio, para que essa medida desse resultados satisfatórios.
Assim, tanto França como Inglaterra mobilizam suas forças diplomáticas e militares para disputar o apoio ibérico. Para Napoleão não foi difícil obter a adesão da Espanha, sua aliada desde 1804 e em cujo trono colocaria mais tarde, seu próprio irmão José. Já em relação a Portugal, o mesmo não ocorreu, pois economicamente o reino luso era a muito dependente da Inglaterra, principalmente após o Tratado de Methuen, "Panos e Vinhos" em 1703, pelo qual a Inglaterra exportava trigo, armas e tecidos para Portugal, importando de lá apenas vinho e azeite, o que dava um considerável superávit ao Reino Unido na balança comercial entre os dois países.
Na corte, o futuro D. João VI era um príncipe sem muita personalidade política. Dotado de uma certa simpatia pessoal, era incapaz de tomar sozinho decisões exigidas de um estadista, sendo alvo de chacotas e brincadeiras e entre o povo, personagem sempre presente nas anedotas, cujo tema era, muitas vezes, o relacionamento amoroso de sua mulher, Carlota Joaquina com nobres e personalidades estrangeiras, como o almirante inglês Sidney Smith, um dos representantes das forças britânicas em Portugal.
D. João foi forçado a transferir-se para o Brasil, num momento em que as idéias revolucionárias estavam em ascensão no Velho e no Novo Mundo, numa época de total insegurança para as tradicionais dinastias européias. Foi contudo durante sua estadia que o Brasil deu o primeiro passo para sua autonomia econômica com a abertura dos portos, destacando-se ainda a fundação do Banco do Brasil e da primeira faculdade (a de Medicina e Cirurgia) sem falar nas preocupações com a sanidade de sua mãe e com o comportamento histérico de sua exótica mulher.
Em 1807, para escapara das tropas napoleônicas, o casal se transfere às pressas para o Rio de Janeiro, onde a família real vive seu exílio de 13 anos. Na colônia aumentam os desentendimentos entre Carlota e D. João VI.
CONTEXTO HISTÓRICO
A transferência da família real portuguesa para o Brasil em 1808, insere-se no contexto de desagregação do Antigo Regime europeu. Para o Brasil a chegada de D. João VI agravou a crise do Antigo Sistema Colonial, que vinha se estendendo desde as revoltas de emancipação como a Inconfidência Mineira em 1789. Ao determinar a abertura dos portos brasileiros para outras nações em 1808, D. João VI tomava a primeira medida formal em direção a independência política do Brasil, eliminando-se o monopólio metropolitano, base do pacto colonial e portanto, da própria colonização.
Na França Napoleão Bonaparte assumia o poder em 1799, consolidando com sua liderança política e militar, os interesses da burguesia, que dez anos antes havia iniciado a Revolução Francesa de caráter anti-absolutista. Coroado imperador em 1804, Napoleão inicia uma política expansionista sobre o Velho Mundo, encontrando como principal obstáculo ao avanço do capitalismo na França o poder militar e econômico da Inglaterra, que além de ser considerada a Senhora dos Mares, era efetivamente o único país industrializado do mundo desde meados do século XVIII. Como uma invasão sobre a Inglaterra somente poderia ocorrer por via marítima, Napoleão decidiu utilizar armas econômicas, decretando o Bloqueio Continental em 1806, após uma desastrosa derrota na batalha naval de Trafalgar. O bloqueio visava impedir o comércio britânico com as demais nações do continente. Portugal e Espanha com vital posição estratégica, situando-se na entrada para o mar Mediterrâneo, precisavam assumir o bloqueio, para que essa medida desse resultados satisfatórios.
Assim, tanto França como Inglaterra mobilizam suas forças diplomáticas e militares para disputar o apoio ibérico. Para Napoleão não foi difícil obter a adesão da Espanha, sua aliada desde 1804 e em cujo trono colocaria mais tarde, seu próprio irmão José. Já em relação a Portugal, o mesmo não ocorreu, pois economicamente o reino luso era a muito dependente da Inglaterra, principalmente após o Tratado de Methuen, "Panos e Vinhos" em 1703, pelo qual a Inglaterra exportava trigo, armas e tecidos para Portugal, importando de lá apenas vinho e azeite, o que dava um considerável superávit ao Reino Unido na balança comercial entre os dois países.
Na corte, o futuro D. João VI era um príncipe sem muita personalidade política. Dotado de uma certa simpatia pessoal, era incapaz de tomar sozinho decisões exigidas de um estadista, sendo alvo de chacotas e brincadeiras e entre o povo, personagem sempre presente nas anedotas, cujo tema era, muitas vezes, o relacionamento amoroso de sua mulher, Carlota Joaquina com nobres e personalidades estrangeiras, como o almirante inglês Sidney Smith, um dos representantes das forças britânicas em Portugal.
D. João foi forçado a transferir-se para o Brasil, num momento em que as idéias revolucionárias estavam em ascensão no Velho e no Novo Mundo, numa época de total insegurança para as tradicionais dinastias européias. Foi contudo durante sua estadia que o Brasil deu o primeiro passo para sua autonomia econômica com a abertura dos portos, destacando-se ainda a fundação do Banco do Brasil e da primeira faculdade (a de Medicina e Cirurgia) sem falar nas preocupações com a sanidade de sua mãe e com o comportamento histérico de sua exótica mulher.
viernes, 16 de octubre de 2009
O Casamento de Romeu&Julieta
O Casamento de Romeu e Julieta aborda o tema Shakespeareano do amor impossível entre dois jovens, filhos de famílias rivais. Ao invés de Verona, seus personagens vivem em São Paulo e a rivalidade, aqui, surge no futebol. Ela é uma torcedora palmeirense e seu pai, diretor do clube, não admite que a filha namore alguém que torça por outro time. Romeu, corinthiano roxo, conhece Julieta e faz o impossível para conquistar a bela e sua família. Finge ser palmeirense a ponto de se tornar sócio do clube e frequentar os jogos do verdão. A mentira gera uma série de confusões, mal entendidos, acontecimentos inesperados e deliciosos entre as duas famílias rivais.
jueves, 15 de octubre de 2009
Bufo & Spallanzani
Ivan Canabrava (José Mayer) é um detetive da Companhia Panamericana de Seguros que está investigando o caso de um fazendeiro, que morreu pouco após fazer um seguro de um milhão de dólares. Desconfiado de que a empresa onde trabalha esteja sendo vítima de uma fraude, Ivan passa a investigar a viúva e descobre, no apartamento do casal, um sapo morto e uma planta exótica. Pesquisando sobre o assunto com a ajuda do cientista Ceresso (Juca de Oliveira) e a jovem Minolta (Isabel Guerón), Ivan passa então a se envolver cada vez mais com suas investigações, o que desagrada seu chefe (Gracindo Junior).
Premiações
- Recebeu 7 indicações ao Grande Prêmio BR do Cinema, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante (Tony Ramos), Melhor Trilha Sonora, Melhor Direção de Arte, Melhor Montagem, Melhor Fotografia e Melhor Edição de Som.
- Ganhou 4 Kikitos de Ouro, no Festival de Gramado, nas seguintes categorias: Melhor Ator (Tony Ramos), Melhor Atriz (Isabel Guerón), Melhor Ator Coadjuvante (Juca de Oliveira) e Melhor Direção de Arte.
Premiações
- Recebeu 7 indicações ao Grande Prêmio BR do Cinema, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante (Tony Ramos), Melhor Trilha Sonora, Melhor Direção de Arte, Melhor Montagem, Melhor Fotografia e Melhor Edição de Som.
- Ganhou 4 Kikitos de Ouro, no Festival de Gramado, nas seguintes categorias: Melhor Ator (Tony Ramos), Melhor Atriz (Isabel Guerón), Melhor Ator Coadjuvante (Juca de Oliveira) e Melhor Direção de Arte.
miércoles, 14 de octubre de 2009
Ultima Parada 174
Drama baseado em fatos reais sobre a vida do rapaz Sandro do Nascimento, menino de rua que sobreviveu à chacina da Candelária e, em 2000, sequestrou um ônibus no Rio de Janeiro. Tendo uma moça como refém na mira de seu revólver, a polícia - atiradores de elite - acabou disparando e matando os dois. O fato foi transmitido pela TV.O enterro de Sandro foi acompanhado por apenas uma pessoa – sua mãe adotiva. Em 2002 o diretor José Padilha, de "Tropa de Elite", transformou a história no documetário "Ônibus 174".
Instigado pelo documentário Ônibus 174 de José Padilha, o diretor Bruno Barreto construiu um relato ficcional para contar a história do encontro de um adolescente órfão e de uma mulher obcecada pela memória do filho. O encontro de duas pessoas à deriva, que teve como desfecho a morte de uma jovem professora e de Sandro, deixando aquela mãe novamente órfã de seu filho.
Quem já teve a oportunidade de assistir “Última Parada - 174” sentiu algo que não vai esquecer tão cedo: um soco no estômago, como bem definiu Sonia Racy em sua coluna do “Estadão”.
Em seu 19º longa metragem, pela primeira vez Bruno trabalhou com não-atores ou atores de pouca experiência encontrados em grupos teatrais de comunidades carentes do Rio - o que pode explicar o extremo realismo das cenas.
Entre eles, Michel Gomes, em primorosa atuação no papel do protagonista Sandro. Diretor e roteirista não opinam no filme, não querem passar nenhuma mensagem, nem fazer análise sociológica - e nos entregam um dos melhores filmes nacionais dos últimos anos.
“Última Parada - 174” não é um filme de bandidos e mocinhos, apenas mais um filme sobre a violência carioca. Conta, isto sim, com muita crueza e sem adjetivos, como é o cotidiano de famílias pobres e desestruturadas, sempre nos limites entre a vida e a morte, entrando na intimidade dos morros cariocas que a gente não conhece.
Suscribirse a:
Entradas (Atom)














